O tempo não avisa quando passa, ele simplesmente acontece, seja nos dias corridos, nas fases que parecem eternas, nas rotinas que achamos que vamos lembrar para sempre. Mas não lembramos.
A memória é delicada. Ela muda, se mistura, apaga detalhes. O que permanece são as sensações: o cheiro, o som da risada, a forma como alguém nos olhava. E, muitas vezes, é a fotografia que segura tudo isso no lugar.

A gente fotografa a Carou e a Mariana há mais de 15 anos, desde que a Mariana estava na barriga. Mas antes disso ainda, fizemos também alguns ensaios da Carou antes de ela se tornar mãe.
Fotografar não é sobre congelar o tempo. É sobre honrá-lo. É sobre entender que o hoje, tão comum agora, um dia será raridade. Entender que essa fase, exatamente como ela é, vai se transformar em lembrança e que lembrar com imagens é diferente de apenas tentar recordar.
A fotografia vira herança afetiva quando deixa de ser sobre quem está na foto e passa a ser sobre quem vai olhar depois. Um filho que quer entender sua história. Um neto curioso sobre de onde veio. Alguém que ama e quer se reconhecer nesse passado. E, quando fotografamos com intenção, criamos pontes entre gerações. Criamos provas de amor. Criamos presença, mesmo quando o tempo insiste em seguir.
Ao longo de muitos anos fotografando e fotografando até mesmo as mesmas famílias por anos, a gente entende uma coisa essencial: as imagens ganham mais valor com o passar do tempo. Elas amadurecem. Elas crescem junto com quem está nelas.

Hoje a Mariana tem 15 anos e a gente continua fotografando a Carou e sua família que é composta pelo Rafa e pela mais nova integrante, a Manuela.
E é por isso que fotografar hoje é um presente para o futuro. Porque um dia, alguém vai olhar para essas imagens e sentir exatamente isso: amor, pertencimento e continuidade.
A Chroma faz parte da minha história.
Caroline Silva, cliente da Chroma há mais de 15 anos
Antes mesmo da empresa existir como é hoje, a Pamela — que já era minha amiga — começou a me fotografar, ainda no início da sua trajetória. Crescemos juntas em muitos sentidos.
Ao longo dos anos, ela acompanhou todas as fases da minha vida. Dos meus 20 e poucos anos ao meu casamento. Da maternidade ao crescimento das minhas filhas. Da gestação da Manuela até os 15 anos da Mariana, ou seja, todas as celebrações mais marcantes da nossa família.
Assim, cada ensaio se tornou um capítulo.
Quando olho para essas fotos, vejo uma linha do tempo construída com sensibilidade e verdade.
Vejo gerações, evolução, conquistas e, acima de tudo, presença. Existe continuidade não apenas nas imagens, mas na confiança que se fortaleceu ao longo dos anos.
Ter alguém que acompanha a nossa história com esse cuidado é algo raro e extremamente valioso.
A Chroma não registra apenas imagens — registra trajetórias. E a minha está guardada ali, sendo contada com cuidado, delicadeza e alma ao longo dos anos.
No fim, a fotografia não é sobre guardar o que foi, mas sim garantir que o que foi nunca deixe de existir.